"Que minha vida e minha glória sejam jogadas ao chão e do pó possa brotar um perfeito adorador" Filhos do Homem

terça-feira, 1 de abril de 2008

Oscar Gay


Tradicional Troféu entregue pela ONG gay baiana enaltece bancos e desanca pastores evangélicos

Pelo 18o. ano consecutivo, a ONG baiana GGB - o combativo Grupo Gay da Bahia - divulga sua lista de pessoas e empresas que levam o Triângulo Rosa, homenagem da entidade a quem protege ou apoia os direitos da minorias. O GGB também libra o troféu Pau de Sebo, o exato oposto do Triângulo Rosa, entregue a pessoas que o grupo considera homofóbicas.
Neste Oscar Gay 2008, destacaram-se positivamente a Petrobras, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, pelo apoio às Paradas GLTB, além de das Irmãs de N. Senhora do Calvário, Campinas (SP), pela capacitação de professores no tema da diversidade sexual, o Ministro Marco Aurélio Mello, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e os cantores Netinho, da Bahia e Fagner,pelas músicas e declarações smpaticas aos homossexuais. A Chevrolet também recebeu o premio Triângulo Rosa por mostrar um casal de lésbicas na propaganda do Novo Vectra.
Quanto aos merecedores do Pau de Sebo, lidera a lista o Juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, de SP, cuja sentença contra o jogador de Richarlyson, do São Paulo, foi considerada a peça mais homofóbica do judiciário brasileiro pelo GGB. Também foram considerados inimigos dos gays o Senador Crivella, o Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte, e diversos pastores evangélicos, por suas declarações hostis à cidadania dos homossexuais.
Veja a lista completa dos "premiados" e as justificativas de cada um enviadas pelo próprio GGB.

TROFÉU TRIANGULO ROSA PARA OS AMIGOS DOS HOMOSSEXUAIS

1. Banco do Brasil, Petrobrás, Governadoria do Rio de Janeiro e São Paulo, Agência Nacional de Saúde Suplementar, Prefeitura Municipal de Fortaleza e de João Pessoa, Instituto de Previdência do Município de Teresina, SESC/Consolação (SP), Sindicato dos Enfermeiros do Estado de S.Paulo, Federação dos Trabalhadores Químicos e Farmacêuticos (SP), TV Globo

Pela concessão de benefícios previdenciários aos parceiros e parceiras de funcionários gays e lésbicas

2. Prefeituras e Câmaras Municipais de Aracaju (SE), Alfenas, Machado e Juiz de Fora (MG), Ribeirão Preto, Araras, S.José do Rio Preto (SP), Colatina (ES), Salvador (BA), João Pessoa (PB) Pela aprovação de diferentes Leis contra a Homofobia, e/ou instituindo o Dia Municipal do Orgulho GLTTB, Dia de Combate à Homofobia, Dia Municipal da Visibilidade Lésbica, instituindo a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT e Moção de apoio ao Projeto de Lei que criminaliza a homofobia [PL.122/ 2006]


3. INSS

Por garantir o direito de pensão ao viúvo do comissário Nerisvan D.C. da Silva, vítima do acidente da Gol; ao Juiz Roger Raupp Rios, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre, por determinar ao Ibama pagar pensão ao companheiro de servidor homossexual; à 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (MG), pela inclusão do viúvo gay de um ex-servidor público, como beneficiário no Instituto de Previdência do Servidor do Estado; 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (RS), por reconhecer à companheira homossexual o dever/direito de visitas aos filhos; à Procuradoria Regional da República da 1ª Região (DF) por determinar à Fundação de Seguridade Social a inclusão de companheiro homossexual como beneficiário de plano de saúde; Juíza Sirlei Martins da Costa, da 3ª Vara de Família, Sucessões e Cível de Goiânia, pelo reconhecimento da união estável de um casal de homossexuais; Juiz Federal Rogério Volpatti Polezze, da 22a Vara (DF), por usar o princípio da igualdade para reconhecer a união estável de um casal de lésbicas.

4. Juíza Maria de Fátima Santos Dolabela, da Vara da Infância e Juventude de São João Del Rei

Pela defesa da adoção por casais homossexuais; Promotor de Justiça Luiz Antônio Pinto, do Ministério Público de Taguatinga (DF), pelo parecer favorável à adoção de uma criança de cinco meses por um casal de lésbicas; Juíza Ivone Ferreira Caetano, da Vara da Infância, Juventude e Idoso (RJ), por conceder o direito de adoção a um casal de jornalistas lésbicas; Juiz José Antônio Dalto e Cezar, da 2ª Vara da Infância e da Juventude (POA), por conceder a adoção do filho da parceira à companheira lésbica.

5. Juíza da 1ª Vara Civil de Campina Grande (PB), Maria Emília Neiva de Oliveira
Por determinar a retirada dos outdoors com mensagens homofóbicas da Visão da Nova Consciência Cristã (Vinacc); Desembargadora Ana Maria Nedel Scalzilli, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (RS) por multar a um vizinho de um casal de homossexuais de Porto Alegre por danos materiais e morais; Desembargadora Salete Sommariva, da 3ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça (SC), por condenar uma empresa indenização de R$ 5 mil devido às ofensas pessoais contra funcionária lésbica.


6. 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Patos de Minas

Por reconhecer à uma viúva lésbica o direito à herança de imóvel; Justiça Estadual de S.José do Rio Preto (SP), por determinar à direção do Centro de Ressocialização Feminina liberar a visita de parceiras lésbicas; Justiça Federal de Itajaí (SC), por determinar que a Caixa Econômica Federal a liberação de parte do saldo do FGTS em favor de uma lésbica, vivendo união estável com outra, portadora de HIV.

7. Juíza Maria do Socorro Palma Batista, da Vara da Família, de Feira de Santana, Juiz Lucas de Mendonça Lagares, de Planaltina (GO); Desembargador Francisco Martins, do Tribunal de Justiça (PE); Defensor Público Paulo Giostri, da 2ª Vara Cível de Ribeirão Preto (SP); 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (RS)Por conceder troca de nome e sexo em registro de transexual; à 4ª Vara de Família do Tribunal de Justiça (DF), por reconhecer o direito de readmissão da transexual Maria Luiza, de Goiás como Cabo da Aeronáutica; 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS) por determinar que o SUS inclua na sua lista de procedimentos cirúrgicos a cirurgia de redesignação de sexo.

8. Universidade Estadual do Piauí

Por incluir a pena de demissão ao professor que praticar discriminação por "opção sexual" (IES, LC nº 61/05); Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pelo lançamento da revista BAGOAS: Estudos Gays; Congregação das Irmãs de N. Senhora do Calvário, Campinas (SP), pela capacitação de professores no tema da diversidade sexual nos colégios Madre Cecília e Coração de Jesus; Reverendo Elias Mayer Vergara, de Goiânia , pela pastoral evangélica gay; Marco Aurélio Mello, Ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, pelo artigo "A igualdade é colorida"; 23 Promotores de Justiça do Ministério Público (DF), por assinarem artigo protestando contra a matéria "O Estado sou Eu", de autoria de um promotor homofóbico de Brasília.


9. Cantor Netinho

Pela música "Ta bom!", onde defende: "Liberdade com disciplina, menina com menina, menino com menino..."; Cantor Fagner (CE), por assumir a possibilidade de relações homoeróticas e tratar o assédio masculino como uma coisa natural. "É um sentimento como qualquer outro"; Escola de Samba Imperador do Ipiranga (SP), pela inclusão pioneira de uma rainha transexual no desfile de Carnaval; Cinema do Galleria Shopping, em Campinas (SP), por incluir gays e lésbicas na programação de ingressos mais baratos a casais que se beijarem em frente a bilheteria; Caixa Econômica Federal e Petrobrás pelo patrocínio à Parada do Orgulho GLBT de São Paulo; São Paulo Convention & Visitors Bureau e Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat GLS), pela realização do primeiro treinamento de recepcionistas e concierges de hotéis para atendimento ao público homossexual; Chevrolet, por mostrar um casal de lésbicas na propaganda do Novo Vectra.

10. Prefeita Luizianne Lins, de Fortaleza

Por autorizar a publicação de cartilha de direitos humanos com personagens lésbicas; Deputado Federal Darcísio Perondi (PMDB/RS), pelo parecer contrário ao Projeto de Lei homofóbico para criar programa de reorientação de homossexuais para ser tornarem heterossexuais; Deputados Cida Diogo, Manuela D'Ávila, Paulo Teixeira, Celso Russomanno, Senadora Fátima Cleide e Senadora Serys Slhessarenko, pelos pronunciamentos no Dia do Orgulho Gay e Consciência Homossexual (28 de junho).

PAU DE SEBO

1. Juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal - SP

Pela sentença mais homofóbica da história do Judiciário Brasileiro, contra o jogador de futebol Richarlyson (SP), alegando que "futebol não é jogo para homossexuais".

2. Visão Nacional Para a Consciência Cristã (Vinacc) de Campina Grande (PB)

Pela divulgação de out-doors ofensivos aos direitos humanos dos homossexuais.

3. Promotor Cláudio Santos de Moraes, do Tribunal de Justiça de S.José do Rio Preto

Pela apreensão do bebê de 9 meses criado por uma transexual e seu companheiro; Juiz da Infância e Juventude de S.José do Rio Preto (SP),Osni Assis Pereira, pela proibição de adolescentes de 12 a 17 anos, participar desacompanhados da Parada Gay; Juiz Márcio Teixeira Laranjo, da 2ª Vara Cível (SP), por negar o pedido de reparação por danos morais causados pelo apresentador Ratinho e SBT à Igreja Cristã (gay) Acalanto.

4. Comando da 11ª Região Militar do Rio Grande do Norte

Pela exoneração do sargento Leci Marinho de Araújo por dublar Cássia Eller.

5. Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ)

Por declarar que homossexualidade "é antinatural" e liderar oposição à lei que equipara a homofobia ao racismo [PLC 122/2006.]; Pastor Silas Malafaia, da Assembléia de Deus, pela campanha de ódio e intolerância contra os homossexuais em seus programas na televisão; Deputado Robson Rodovalho (DEM/DF), da Igreja Sara Nossa Terra, por declarar que "os homossexuais são antinaturais e frutos de famílias deformadas"; Pastor Naurio Martins França, de Campo Grande (MT), pela publicação do livro "A maldição de Deus sobre o homossexual!", retirado de circulação.

6. Dom Aldo Pagotto, de João Pessoa e Dom Robinson Cavalcanti, Bispo Anglicano de Recife
Por seu apoio a outdoor homofóbico de Campina Grande (PB); Padre Paulo Ricardo, do programa Canção Nova de Cuiabá, por acusar a existência de uma "AIDS espiritual, que não condena o homossexualismo como intrinsecamente mau".

7. Prefeito em exercício de Sorocaba (SP), Geraldo de Moura

Pelo veto à lei que garantia a casais homossexuais a inclusão como dependente no plano de saúde da Funserv; Câmara de Vereadores de Macapá (AP), particularmente a Bancada Evangélica, pelo veto ao projeto de lei do Dia Municipal de Combate a Homofobia; Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, pela oposição à inclusão de parceiro homossexual nos quadros associativos da entidade.

8. Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte

Por exigências descabidas e discriminatórias contra a 10ª Parada do Orgulho GLBT.

9. Jornalista Olavo de Carvalho e evangélicos Júlio Severo, Jael Savelli (Célia Maria Kitsuta), Rosângela Justino e Eliézer de Mello Silveira

Pelas calúnias e difamações divulgadas na internet contra lideranças do Movimento Homossexual Brasileiro.

10. Deputado Federal Guilherme Campos (PFL/Campinas), ex-vice-prefeito de Campinas
Pelas referências preconceituosas às travestis.

11. Ferchimika Ind. e Com. de Produtos Químicos Ltda., de Piracicaba (SP),

Pela agressão lesbofóbica contra Valdenice da Silva Souza, Secretária Geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Americana e Região-CUT/SP.

Fonte: Notícias Cristãs

2 comentários:

Passageiro disse...

O Pastor Ungido Pelo Ódio
Religiosos, fundamentalistas e hipocritas nunca discriminaram e ofenderam tanto como nos últimos tempos, estão agindo como verdadeiros hereges que agem em nome de Deus, usando palavras de baixo calão, que ofende e denigre a imagem de pessoas e grupos que não vão de acordo com o que eles estabelecem como o normal, o comportamento natural do ser humano que eles estabelecem e exigem que sejam adotados como o convencional. São pastores que se opõem a criminalização da homofobia, fazem discursos preconceituosos e ofensivos, é o papa que defende o padre pedófilo, e esconde casos de padres com envolvimento homossexual, e mesmo assim fazendo fortes criticas a homossexualidade, é muita hipocrisia religiosa para um país que se diz laico.

O senador Magno Malta diz que se aprovado o PLC 122, a pedofilia será legalizada, e ele ainda acrescenta que um direito de minoria não pode prevalecer sobre a maioria, não consigo entender como existem pessoas que votam em pessoas tapadas, e que não conhece nem o artigo 5º da nossa constituição federal que diz que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI”, é inaceitável que um dos mais importantes senadores do Brasil diga que um direito de minoria não pode prevalecer pela maioria, dando uma declaração preconceituosa, inconstitucional e criminosa, é tolerável que um cidadão comum não conheça o artigo 5º da nossa constituição federal, mas isso vindo de um senador é inadmissível, estamos colocando analfabetos funcionais para nos representarem, para nos representarmos numa das casas mais importantes desse país, que é Senado Federal.

Outro caso que não consigo entender, é como um homem que diz que é ungido de Deus, mas para mim é ungido pelo ódio pode ser contra um projeto de lei que assegura igualdades aos seus semelhantes, um projeto de torna crime o fato de um empregador demitir um sujeito porque ele é gay, que torna crime a proibição de um gay num local público, que sobretaxa empréstimos e financiamentos para gays, que garante o poder de livre expressão, e a punição de agressões, não entendo porque um crápula chamado Silas Malafaia tem a capacidade de se opor a isso, ele está promovendo uma manifestação no dia 25 de junho em frente o Congresso Nacional, além de promover o ódio e o preconceito em seu programa de televisão, e ainda depois das ofensas ele diz que paga pelo programa e fala o que ele bem entender e reserva o direito para os ofendidos processarem ele, mas logo após ele pede doações para manter o programa, ou seja, ele não paga nada, apenas é uma besta que rege uma sociedade de cegos e ignorantes que doam o seu dinheiro para um programa cretino e homofobico.

O programa apresentado por ele em várias redes de televisão está sujeito a uma reclassificação pelo Ministério Publico, foi aberto um processo para colocar o programa após as 8 horas da noite, pois o programa apresenta um linguajar depreciativo e homofobico, hoje temos até pastor de boca suja, mas o que esperar de religiosos fundamentalistas que transformam a religião em um grande comércio, Silas Malafaia já defendeu o Edir Macedo, hoje critica, o mesmo também faz fortes criticas ao casal Hernandes que se encontram presos nos EUA e tem a prisão preventiva decretada no Brasil, mas ele se esquece que a sua filha se envolveu num escândalo de desvio de dinheiro na igreja onde ele é pastor no Bairro da Penha no Rio de Janeiro, isso nos prova que ele é um ser hipócrita incapaz de olhar para sua corja, para a sua cria, está muito ocupado soltando ofensas, falando palavras de baixo calão, enquanto a sua filha está seguindo os passos do pai na tesouraria da Assembléia de Deus da Penha, isso é lamentável, mas é esperado, hoje já perdemos a conta de quantos pastores de envolveram em escândalos financeiros.

Espero que haja uma resposta do Movimento Gay do Brasil sobre o ato que acontecerá no dia 25, está na hora de agirmos, não podemos assistir isso de camarote, esperando que esses crápulas, que sabemos que infelizmente formam opinião no Brasil, manipulem o povo no que diz respeito a um projeto de lei que é muito importante para a conquista de direito gays no Brasil, se eles podem fazer atos públicos, nos também temos que fazer, temos que exercer os nosso direitos, vejo muitos gays empenhados no esforço da aprovação da PLC 122, mas vejo muitas ações promovidas pela internet, precisamos ir a campo como eles estão indo, acabamos de ter um Congresso que teve muita visibilidade no Brasil, mas temos que fazer atos públicos específicos para a conscientização da necessidade da aprovação de PLC 122, a comunidade gay não pode sofrer essa derrota no legislativo, isso é o básico que podemos ter, não podemos permitir que crimes de homofobia e intolerância continuem sendo julgados segundo o bom senso do judiciário, temos que ter um respaldo jurídico, e se não conseguirmos isso com a PLC 122, não vejo outra forma a médio e longo prazo para essa conquista, os legisladores do Brasil não estão dispostos a legislarem em favor da causa gay, somos órfãos políticos desse país, estamos com o futuro entregue a sorte, e se não fizermos barulho, se não mostrarmos que estamos aqui e insatisfeitos, a situação não mudará.

http://passageirodomundo.blogspot.com/2008/06/o-pastor-ungido-pelo-dio.html

Anônimo disse...

mas vai ti cata o chinelo,coisa nojenta ,quem é tú pra falar dos pastores V~e se ti enxerga,