"Que minha vida e minha glória sejam jogadas ao chão e do pó possa brotar um perfeito adorador" Filhos do Homem

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Será Obama a realização do sonho de Martin Luther King?


Há 45 anos, em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King pronunciou um discurso que entrou para a história, memorizado pelo seu título e bordão ‘eu tenho um sonho’. King, nascido em Atlanta na Geórgia em 1929, foi um pastor da Igreja Batista e ativista político que lutava pelos direitos civis para negros e mulheres nos Estados Unidos e em todo o mundo e em nome de sua militância, recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 1964. Foi assassinato no dia 4 de abril de 1968.

Em seu discurso, ele dizia: “Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.”

“Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha de Martin Luther King, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press. “Isso quer dizer que o trabalho pelo qual meu pai e minha mãe se sacrificaram não foi em vão. (…) Me emocionei muito esta noite e chorei, ao escutar o anúncio da vitória de Obama”, acrescentou.

p.s. Mas será que Obama será mesmo a realização desse sonho? Apenas uma semana após sua vitória nas urnas e a imprensa de todo o mundo já está duvidando que Barack Hussein Obama possa corresponder aos anseios da comunidade menos favorecida do país onde será presidente pelos próximos quatro anos. O negócio é esperar, e enquanto isso acreditar no jovem presidente que se diz convertido ao cristianismo.

4 comentários:

Aline disse...

Ei vamos atualizar isso ai né nego ...

Ruan Ladwig disse...

pode deixar,
daqui a pouco eu volto a ativa!

Anônimo disse...

sim, nós podemos!

abimael disse...

sim, nós podemos!