"Que minha vida e minha glória sejam jogadas ao chão e do pó possa brotar um perfeito adorador" Filhos do Homem

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Desejos de sucesso para a nova gestão - por Ciro Sanches

Que os pastores eleitos se espelhem nos líderes da igreja de Atos dos Apóstolos, e não nos atos de líderes de igrejas de pseudoapóstolos, que legislam em causa própria, legitimando práticas não avalizadas pela Bíblia. Que os eleitos também façam bom uso da habilidade política, necessária para os seus cargos, mas jamais negociem o inegociável. Doutrinas fundamentais como a Trindade não podem ser negociadas em prol da convivência pacífica com o pentecostalismo da unicidade, movimento que pensa ter a voz da verdade, mas nega a triunidade de Deus.

Que eles não tolerem os maus e falsos obreiros, que se escondem atrás de seu carisma e usam a tribuna santa para difundir todo o tipo de heresias, sandices e invencionices no meio do povo de Deus. E que combatam a realização de shows “evangélicos”, a fim de que os nossos megaeventos sejam verdadeiramente cultos de adoração a Deus, e não desfiles de celebridades em que a exposição da Palavra é preterida.

Que os eleitos honrem o compromisso com a sã doutrina, rejeitando as falsas doutrinas e os modismos, como: a confissão positiva, a maldição hereditária, a regressão interior, o falso culto aos anjos, o arrebatamento em grupo, o batismo em água somente “em nome de Jesus” (unicismo), os diálogos com demônios nas reuniões, a Ceia do Senhor ministrada de maneira indiscriminada, a cura interior (isto é, a falsa cura interior) e a teologia da prosperidade, que gera nos crentes um sentimento de que o melhor para nós está aqui nesta vida, e não no Céu (Fp 3.20,21; Rm 8.18), etc.

Que eles liderem com autoridade, não sendo dados a destemperos autoritários. Sabemos que o autoritarismo é fruto da falta de autoridade. E que não atendam os interesses dos desviados da verdade como fizeram Arão e Jeroboão, os quais pecaram e levaram o povo a pecar (Êx 32; 1 Rs 12).

Que o pastor-presidente e a nova Mesa Diretora da CGADB usem a mídia prioritariamente para evangelizar, e não para outros fins. E que combatam o nepotismo ministerial, pois a chamada é um ato soberano do Senhor (Mc 3.13,14; Hb 5.4). Filho de pastor só deve ser um ministro se verdadeiramente for chamado por Deus. É o Senhor Jesus quem escolhe (Jo 15.16). Nós apenas reconhecemos a escolha divina e invocamos as bênçãos de Deus sobre o ministro consagrado (At 13.1-4).

Que eles ouçam a voz do Espírito Santo, não se deixando enganar pelos “sonhos” (desejos, aspirações) que estão em seu coração, ainda que sejam bons (2 Sm 7). Afinal, do homem são as preparações do coração, mas do Senhor é a resposta da boca (Pv 16.1). E que ele priorizem a Grande Comissão (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8).

Que os eleitos lutem, com todas as suas forças, para ver o culto coletivo a Deus segundo o padrão neotestamentário, com decência e ordem (1 Co 14), não aceitando modismos como danças proféticas, adoração extravagante, danças de rua e estilos musicais incompatíveis com o louvor a Deus. E que trabalhem para recuperar e manter o perfil assembleiano no que tange a doutrina, administração eclesiástica, bons costumes, práticas e usos, não abraçando modelos e costumes mundanos, práticas controversas e usos contrários à sã doutrina. É por meio de nosso porte que exteriorizamos a doutrina que professamos (Tt 2.10; 1 Ts 5.23).

Que todos os eleitos sejam conservadores — conservadores, e não extremistas! — e combatam os liberalismos teológico, eclesiástico e consuetudinário. Afinal, estamos no mundo (o planeta Terra), mas não devemos amar “o mundo”, dominado pelo deus deste século, Satanás (1 Jo 2.15-17; 2 Co 4.4), tampouco aceitar o modo de viver dos ímpios (Rm 12.1,2). E que tenham a Bíblia como a fonte primacial de autoridade, e não a tradição, a lógica humana e as experiências pessoais (Gl 1.8; 1 Co 4.6; 15.1-4).

Que eles lutem pela união das Assembleias de Deus do Brasil, deixando de lado o espírito vingativo. Às vésperas de seu centenário, é importante que os líderes maior de nossa igreja seja pacificadores. E que valorizem a pregação biblicocêntrica, expositiva, cristocêntrica, não tolerando faladores, animadores de auditório, milagreiros, malabaristas, soberbos, que chamam todos os holofotes para si, desviando o povo de glorificar apenas e tão-somente o Senhor Jesus Cristo (Tt 1.10; Sl 138.6).

Desejando o melhor para a Assembleia de Deus brasileira,

Ciro Sanches Zibordi

Um comentário:

Ricardo disse...

Saudações!!

Irmãos vamos deixar de ser espírito de piolho, sabe que espírito e esse!!

É aquele que anda pela cabeça dos outros

Não estou aqui para defender e nem julgar ninguém

Vamos!!!

Orar!! Vamos ser cristãos inteligentes, você já notou a fama da grande parte
dos evangélicos do Brasil!!!

Intransigentes Ou são semi analfabetos ou pobres!!

Antes de ficarmos circulando informações no qual supostamente não se sabe a
procedência ou sem conhecimento dos fatos, Estará proferindo ofensas e
inverdades, antes de ficar atacando grupos que supostamente desconhece,estude busque informações, placa de igreja não é time de futebol que voce veste a camisa e vai torcer xingando os "adversários", vista a camisa de Jesus, procure o esclarecimento divino. NÃO JULGUES!! A SALVAÇÃO É INDIVIDUAL.

PALAVRA:
Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o
bem?

Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano.

Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a.

Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao
seu clamor. SALMO 34 N 12

REFLITA NISTO!!!

Vamos analisar as informações, qualquer assunto que achamos que nos favorece
ou desagrada nossos oponentes se torna arma em uma guerra de palavras.

Vamos basear nossas criticas na política do amor e paz chega de guerras
santas que são forjadas por pessoas pobres de espírito onde sua sabedoria se
baseia a mediocridade da falácia e da discórdia

Crentes inteligentes se lapidam no momento que se volta para si e analisam
sua própria consciência.

Muitos serão perseguidos por causa de seu nome. Amem!